terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Preço de imóvel tem menor alta em 15 meses



Novembro foi mês de desaceleração nos preços de apartamentos no País. Em sete capitais brasileiras, o metro quadrado subiu 1,4% no mês passado, perante um avanço de 1,6% outubro. Trata-se da menor alta em 15 meses, de acordo com o índice FipeZap. 'Os preços de imóveis não estão caindo, mas a cada mês sobem num ritmo menor', afirma Eduardo Zylberstajn, economista coordenador do indicador. A valorização acumulada em 12 meses evidencia esse movimento: ficou em 27,6% em novembro, contra 28,8% em outubro.

Segundo o economista, o resultado reflete a perda de força da economia brasileira e também a cautela dos consumidores diante de um mercado de trabalho não tão animado como antes e de uma certa deterioração da renda. 'É natural que um mercado que explodiu há uns dois venha buscar uma acomodação', afirma. Ele explica que, apesar do resultado menor, o nível de aumento dos valores de imóveis ainda deve ser considerado relevante.

O Rio de Janeiro segue como o mercado imobiliário mais inflacionado do País, com alta de 1,7% dos preços de apartamentos em novembro, e Leblon, como o bairro mais caro - o metro quadrado bateu nova marca e ultrapassou os R$ 17 mil pela primeira vez. Mesmo assim, até na capital fluminense é possível constatar a desaceleração, já que o avanço em 12 meses era de 40% em outubro e recuou para 37% no mês passado.
O preço médio do metro quadrado encontrado nos anúncios foi de R$ 6.120, variando entre R$ 3.514 (Salvador) e R$ 7.936 (Distrito Federal).

Ao lado do Rio, apenas São Paulo teve alta superior à média do indicador, de 1,7%, embora tenha sido a menor em 17 meses. A região Ibirapuera-Vila Nova Conceição continua a mais cara da cidade (R$ 9.354 o m²). Na outra ponta, estão São Miguel Paulista (R$ 2.762), Artur Alvim (R$ 2.736) e Paraisópolis (R$ 2.607).

Além das capitais paulista e fluminense, só em Belo Horizonte (+1,4%) e Recife (+1%) os preços subiram na casa do 1% . Para Zylberstajn, isso confirma que em outras praças o grau de desaceleração está mais avançado. Mas como São Paulo e Rio são os dois maiores mercados imobiliários do País, os valores costumam ter maior variação, o que puxa para cima o índice.


Fonte

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Construtoras e bancos estão em pé de guerra com governo

Brasília - Construtoras e bancos privados estão em pé de guerra com o governo federal. A briga envolve dois pontos que, hoje, são cruciais para agentes da área habitacional: o aumento do valor máximo dos imóveis comprados com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), de R$ 500 mil para R$ 750 mil, e da faixa de renda limite das famílias beneficiadas pelo programa Minha Casa, Minha Vida, de R$ 4.900 para R$ 5.650


O setor privado argumenta que esses são ajustes importantes para atender à demanda da população que busca a casa própria. No entanto, autoridades envolvidas no assunto temem que as medidas provoquem remarcação automática de preços de imóveis, num mercado já inflacionado, ou uma corrida para sacar os recursos do FGTS

Subir o valor de avaliação do imóvel para utilização do FGTS atinge diretamente a classe média. Um trabalhador com R$ 400 mil no Fundo e pretende comprar um bem cotado a R$ 510 mil, hoje, não pode usar o dinheiro do FGTS, cujas taxas, de até 12% ao ano, são mais vantajosas. Como os imóveis sofreram altas astronômicas nos últimos anos, os bancos privados foram ao Banco Central (BC) argumentar que os donos de contas do Fundo já não conseguem mais comprar bens devido à limitação de valores imposta pela legislação.

Na outra ponta, a das classes mais baixas, o setor produtivo alega que não adiantou o governo subir para R$ 170 mil o valor máximo de imóveis nos grandes centros para o Minha Casa, Minha Vida, se a faixa de renda familiar não foi alterada.

“Não adianta o setor produzir se as famílias não conseguem comprar um imóvel. Elas precisam dar entrada e, geralmente, não têm poupança”, diz Maria Henriqueta, consultora da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic).

Já o executivo de um grande banco privado alega que, ao elevar o valor do imóvel só na baixa renda, o governo excluiu outros segmentos: “Ao reajustar o valor do imóvel para R$ 170 mil, você traz mais gente para o programa. Mas alija novos adquirentes em outras faixas de renda”.

A Caixa, principal agente financeiro, resiste a mexer nas duas frentes. Uma preocupação é com o efeito que as medidas teriam sobre a inflação. Quanto mais aquecido o mercado imobiliário, mais aumenta a pressão sobre os preços da construção.

“Subir a faixa de renda e, ao mesmo tempo, permitir que as famílias possam financiar 100% do valor da compra inevitavelmente teria efeito inflacionário na economia”, explicou um técnico do governo. “A elevação para R$ 750 mil faria com que um grande número de pessoas que possuem saldo elevado do FGTS sacasse esses recursos.”

A demanda do setor privado já foi discutida em reunião entre Caixa, Ministério da Fazenda e BC. Segundo fontes, o presidente do BC, Alexandre Tombini, ainda não se convenceu da necessidade de revisão dos valores, mas mantém o pedido em análise.

Na reunião, foi discutida também a adoção de restrições, como limitação do financiamento a 80% do valor do imóvel e prazo máximo de pagamento de 20 anos. O objetivo é evitar bolhas ou, ao menos, garantir a evolução sustentável do crédito imobiliário. BC, Caixa e entidades do setor privado são favoráveis, mas a Fazenda tem posição contrária. O temor é que esse tipo de restrição trave a evolução do setor. O argumento dos assessores do ministro Guido Mantega é que no Brasil não há uma bolha imobiliária como a que afetou os EUA em 2008. Mas é preciso estar atento a outros movimentos como eventual derrubada dos preços de imóveis e terrenos que foram comprados pelas construtoras, o que afetaria fortemente os negócios.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Saiba o que valoriza um imóvel

Na hora de vender ou comprar um imóvel o que mais influencia no preço do bem? A localização, o tamanho e a infraestrutura do bairro somam, é claro, muitos pontos na hora de definir o valor do bem, pois uma coisa é comprar um apartamento de 150 metros quadrados no interior e outra bem diferente é adquirir um imóvel parecido na Avenida Paulista. Além do endereço, outras características também elevam valor na negociação ou podem até, em alguns casos, depreciar a casa ou o apartamento.


Uma vaga a mais de garagem pode elevar o preço de um apartamento em até 15% (Foto: Daniel Teixeira/AE)

De acordo com corretores e fontes do setor, itens com garagem e banheiro privativo são as “vedetes” da valorização de imóveis da capital paulista. “A existência de uma vaga a mais de garagem num imóvel pode acrescentar de 10% a 15% ao preço final e, ainda, aumenta a velocidade da venda do bem”, destaca José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP).

“O banheiro privativo em ao menos um quarto também é fator de valorização que confere maior liquidez à moradia”, completa o dirigente do Creci-SP.

Na opinião de Reimes Rodrigues, gerente da Forte Imóveis, ao dar preferência por residência com essas características, as pessoas buscam praticidade para o dia a dia. “A garagem é fundamental para assegurar um bem importante como o carro e o banheiro privativo facilita a rotina da família que acorda no mesmo horário para seus compromissos e precisa ficar pronta para sair sem perder tempo.”

Apartamentos menores - Espaços de convivência são outros itens muito valorizados. “Os apartamentos são cada vez menores e, por isso, o comprador valoriza cada vez mais áreas de lazer como varandas gourmet, espaços gourmet, playgrounds, piscinas e salão de festas, entre outros. Isso porque a convivência em família ou entre amigos é um fator importante”, diz a professora de finanças Angela Menezes, do Instituto Insper.

Em casas, esses espaços também são muito procurados. “Residências com quintal grande, gramado ou jardim, e com espaço com churrasqueira causam boa impressão e são vendáveis, pois são locais aconchegantes onde os moradores receberão as visitas. Mas esses espaços devem estar bem cuidados”, ressalta José Américo Tavares corretor e proprietário imobiliária Fernandes Tavares Imóveis.

Quanto mais facilidades e itens de bem-estar, mais valor terá o imóvel, conta Viana Neto. “Um apartamento com banheiro privativo, garagem para dois carros, uma boa varanda e área de serviço arejada pode valer até 30% mais que um imóvel semelhante que não tenha esses itens ou com apenas um deles.”

O que pode depreciar?
 Excesso de personalidade em partes estruturais do imóvel podem ser um tiro no pé na hora de negociar o bem. Isso significa que investir milhares de reais naquele revestimento caríssimo nem sempre agregará valor à casa ou ao apartamento.

“Muitos acham que gastar dinheiro com reformas caras valoriza o imóvel, mas, embora para o gosto pessoal dele seja algo interessante, nem sempre é para o comprador”, explica o professor Ricardo Almeida, coordenador da pós-graduação em Negócios Imobiliários da Faap (Fundação Armando Alvares Penteado).
Armários, por exemplo, podem facilitar ou ser um empecilho, explica ele. “Se forem armários novos, bem conservados e com acabamentos discretos, ajudam a vender, pois são práticos para quem compra. Porém, caso sejam velhos ou forem de cores fortes, certamente vão representar um gasto ao comprador que, normalmente, retira tudo.”

Revestimentos também podem espantar compradores. “Tive um cliente que mandou colocar mármore rosa em toda a casa, gastando quase R$ 20 mil. Ele achava que isso valorizaria o imóvel, traria estilo, mas além de não agregar valor ao preço do bem, foi a primeira coisa que o comprador mandou arrancar”, conta o professor. “Quem pretende usar o imóvel como investimento, ao reformá-lo, deve optar por materiais neutros e que não imprimam muito seu estilo pessoal na construção. Assim, ele fica mais valorizado porque o futuro comprador o considera pronto para morar sem necessidade de mais gastos.”


Fonte: Jornal da Tarde



quarta-feira, 25 de maio de 2011

Conheça as novas regras do Minha Casa, Minha Vida - fase 2

Com a aprovação pela Câmara dos Deputados da Medida Provisória 514/10, na semana passada, novas regras deverão valer para a segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida, que tem como meta atingir dois milhões de moradias até 2014. 

Principais alterações:
a) mudança nos valores da renda das famílias beneficiadas, com adoção de limites nominais, considerando salário mínimo de R$465. Continua valendo o teto de dez salários mínimos, mas com nova forma de cálculo.

b) benefícios para as famílias chefiadas por mulheres. O cônjuge não precisa mais assinar o contrato e a exceção fica por conta do caso de uso do FGTS. O teto é de R$1395 para que a mulher se beneficie dessa nova regra.

c) também beneficiam-se famílias desabrigadas como nos casos das recentes enchentes em todo o Brasil ou de famílias que vivam em locais insalubres.

d) as exigências das construtoras para os empreendimentos também serão maiores (bem mais rígidas). Portanto, quem já atua com a CAIXA deve se preparar.

e) cidades de que possuem população entre 20 mil e 50 mil habitantes serão contempladas. Ao todo serão 220 mil unidades habitacionais para famílias com renda até R$1395.

f) orçamento: aumento de R$ 14 bilhões para R$ 16,5 bilhões. Os recursos virão do FAR (Fundo de Arrendamento Residencial).


 
Agora a discussão está no Senado Federal, para aprovação/votação.

Fonte: Blog Acontece na Contrução

sábado, 21 de maio de 2011

Quando é possível usar o FGTS para a compra de um imóvel


Se o comprador se encaixar nas regras, poderá quitar até 100% do valor do imóvel com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço


Há quase 30 anos, 8% do salário de todo trabalhador com contrato formal regido pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) são destinados para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O sistema foi criado para garantir proteção financeira aos brasileiros demitidos sem justa causa. No entanto, não é preciso perder o emprego para ter acesso aos recursos do fundo. Alguns trabalhadores podem utilizar o valor acumulado para comprar um imóvel residencial - desde que atendam a algumas exigências da Caixa Econômica Federal, a gestora dos recursos.

A premissa básica para sacá-los é ter no mínimo três anos de contribuição ao fundo - sejam eles ininterruptos ou não. O imóvel só pode ser comprado na cidade ou na região metropolitana do município em que o detentor da conta do FGTS trabalha. Caso a pessoa trabalhe em uma cidade e more em outra mais distante onde deseja comprar o imóvel, terá de apresentar comprovantes de residência nesse local há ao menos um ano. Quem já possui um imóvel na cidade onde trabalha, não poderá usar o FGTS para comprar outro.

Os recursos podem ser liberados para trabalhadores que possuam fração de até 40% do total de um imóvel residencial. Caso o interessado em sacar o FGTS detenha mais de 40% de um imóvel, só poderá usar os recursos do fundo para adquirir a parte que ainda não detém nesse mesmo imóvel. Quem quer construir um imóvel em um terreno ao qual já é proprietário está autorizado a usar o dinheiro acumulado no FGTS. No entanto, como a regra não permite a liberação do fundo para donos de imóveis, é preciso comprovar que não há nenhuma edificação no lote onde se deseja construir a residência. Uma forma de comprovar isso é apresentar o carnê do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU).

Se a intenção é destinar o fundo para adquirir um imóvel em nome de outra pessoa, é melhor pensar em outra estratégia. A Caixa Econômica Federal não permite que os recursos do FGTS sejam aplicados em residências para familiares, dependentes ou terceiros. No entanto, é possível utilizar o FGTS do seu cônjuge ou companheiro, desde que, em contrato, ele seja considerado como co-adquirente do imóvel. 

Quem tomar um empréstimo para comprar um imóvel pode utilizar o FGTS para dar a entrada. Os recursos que forem depositados no fundo posteriormente poderão ser sacados novamente a cada dois anos para pagar parte ou 100% do saldo devedor. As pessoas que tiverem contratado um crédito imobiliário só poderão usar os recursos do fundo para amortizar esse mesmo empréstimo, ficando impedidos de usar o FGTS para comprar outro imóvel.

Por lei, o fundo não pode ser direcionado para o pagamento das prestações atrasadas. Contudo, os inadimplentes podem recorrer à Justiça de pequenas causas para solicitar a autorização de uso do FGTS. “Se as parcelas forem inferiores a 30 salários mínimos, não é preciso nem ter o acompanhamento de um advogado”, afirma Lúcio Delfino, diretor administrativo da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH). De acordo com ele, todos os tribunais dão causa ganha para o trabalhador.
Desde março de 2010, a CEF também passou a liberar o saldo da conta vinculada do FGTS para o pagamento de parte das prestações de consórcios. O benefício é destinado a trabalhadores consorciados que já tenham sido contemplados com a carta de crédito e adquirido o imóvel. Para sacar o recurso, o imóvel e o consórcio devem necessariamente estar no novo do beneficiado e o valor de compra do imóvel também não pode superar 500.000 reais. As outras regras para retirada do FGTS também se aplicam neste caso.

Residência sob medida
Antes de seguir em frente com a papelada, também é crucial checar se o imóvel dos sonhos possui os requisitos mínimos exigidos pela Caixa. Vale investigar se o vendedor do imóvel também recorreu, nos últimos três anos, ao FGTS para adquiri-lo. Se a resposta for afirmativa, você não poderá utilizar o recurso para a transação. 


Além disso, o imóvel necessariamente deve estar localizado no município em que o comprador trabalha ou naquele em que reside há pelo menos um ano. Mais: o valor de venda do imóvel não pode ultrapassar 500.000 reais.

Apresentar documentos que comprovem essas características, contudo, não é suficiente para que a liberação do dinheiro seja aprovada. Após o cadastramento em uma das agências da Caixa, uma equipe técnica fará avaliação do valor do imóvel e da documentação apresentada. Caso o custo proposto pelo vendedor do imóvel supere a avaliação dos técnicos da Caixa, o FGTS não será liberado.

O prazo para o saque do FGTS depende do tempo que será gasto pelo comprador para providenciar a documentação necessária. Após a aprovação de toda documentação, a Caixa Econômica Federal estima que os recursos do FGTS sejam liberados em ao menos dez dias


Fonte: Talita Abrantes, de Exame.com

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Comprar imóvel em leilão judicial exige muita cautela .



Considerados uma boa opção para quem está à procura de um imóvel, principalmente, para investir, os leilões judiciais atraem cada vez mais participantes, inclusive, pela internet. No entanto, para que o barato não saia caro para o comprador, é preciso ter muita cautela antes de dar o lance final.

“Empolgadas com os preços menores, muitas pessoas se esquecem de conferir a documentação do imóvel e os motivos que o levaram a leilão e adquirem tal bem em situação muito complicada. Há casos, inclusive, em que o comprador se quer consegue tomar posse do imóvel”, alerta Bruno Bergmanhs, advogado do escritório Natal, Locatelli e Lopes de Almeida Advogados Associados.

Segundo Bergmanhs, o primeiro passo é ler com atenção o edital de convocação do leilão, conferir a matrícula do imóvel e o laudo de avaliação com a descrição do bem e valor informado. “Além disso, é fundamental a análise do processo que deu origem à venda pública do imóvel para avaliar, entre outras questões: a natureza da dívida do executado, eventuais débitos civis e tributários, hipoteca, ações contra o imóvel e se titulares de ônus sobre o bem foram devidamente intimados do leilão”, afirma.

De acordo com o especialista, a análise da matrícula merece atenção especial, pois é nesse documento que estão descritos todos os atos praticados com o imóvel. “É preciso levantar o histórico das pessoas que já foram proprietárias do bem e se alguma delas transferiu o mesmo sem possuir patrimônio suficiente para garantir eventuais ações judiciais contra ela ajuizadas. Se isso ocorrer, há a possibilidade de se configurar fraude à execução, o que poderá trazer transtornos ao arrematante”, explica Bergmanhs.

Outro ponto fundamental: veja se o imóvel está ou não ocupado. “Se estiver, o novo proprietário terá que entrar com uma ação de emissão de posse contra o ocupante, e se o mesmo já tiver uma ação pleiteando a nulidade do leilão, a situação fica extremamente difícil para quem comprou”, assegura Bergmanhs

(Redação - Agência IN)

terça-feira, 10 de maio de 2011

Na maior parte dos distritos de São Paulo, o três-quartos custa mais de R$ 400 mil

Em apenas nove dos 52 distritos de São Paulo houve unidades de três dormitórios lançadas por menos de R$ 250 mil entre 2010 e 2011. Na maior parte dos distritos (22), o valor médio dos apartamentos ultrapassa os R$ 400 mil. Este é o resultado do levantamento feito pela empresa de pesquisas imobiliárias Geoimovel a pedido da Folha.
O valor das unidades reflete a diferença do custo do metro quadrado em vários distritos da capital somada à variação de tamanho dos apartamentos.

Raimundo Pacco - 13.dez.07/Folhapress
SAO PAULO - SP - 13. 12. 2007 - COTIDIANO - BOOM IMOBILIARIO Sao Paulo vive maior boom imobiliario de sua historia e ganha 1 predio novo por dia (rua - Jose Jannarelli esquina comEugenio Bettarello,Jardim Guedala) Foto - Raimundo Pacco / Folha Imagem
Prédio com unidades de três dormitórios à venda no Morumbi (zona oeste)

Em regiões com lançamentos de até R$ 250 mil, como Cidade Líder, São Mateus (zona leste), Jaçanã e Pirituba (zona norte), um três-dormitórios tem cerca de 65 m².
Já entre os imóveis no Tatuapé (zona leste), Mandaqui (zona norte) e Saúde (zona sul), com preços pouco acima de R$ 500 mil, a metragem se aproxima de 100 m².
Em Moema (zona sul), onde o três-dormitórios custa R$ 1,3 milhão, o apartamento médio tem 146 m². No Jardim Paulista (zona oeste), com a média de preço de R$ 1,9 milhão, a unidade padrão tem espaçosos 231 m².

Fonte: Folha

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Minha Casa, Minha Vida pretende entregar 500 mil moradias até o fim do ano


O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, pretende entregar 500 mil moradias até o fim do ano, segundo a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

Conforme informações da Agência Brasil, Miriam afirmou que, até o momento, 250 mil unidades estão prontas e mais 250 mil serão construídas. “É importante saber que o Minha Casa, Minha Vida não é só recursos orçamentários, mas também do Fundo de Garantia. Esses recursos que são 5% superiores que os do ano passado serão suficientes para garantir o que está contratado ou em andamento. Até o final do ano serão 500 mil unidades”, disse.

O programa tem apresentado resultados positivos, na avaliação da ministra. “Este é um programa exitoso, é fundamental para desenvolvimento do País. É um compromisso da atual presidenta manter a meta de 2 milhões de unidades, e os recursos previstos garantirão etapa a ser feita este ano”.

Ajustes
O Minha Casa Minha Vida, encontra-se em um momento importante de sua trajetória, no qual deverá se ajustar à nova fase da economia brasileira, afirmou o presidente da Secovi-SP (Sindicato da Habitação), João Crestana. Para ele, mais de 30 milhões de pessoas passaram para a classe média e seria injusto que fossem excluídas do programa somente porque tiveram melhoria de renda.

Crestana também avalia que as regras de entrega dos produtos à Caixa, e desta aos moradores, precisam melhorar, no sentido de evitar que o banco se torne uma mera administradora condominial, sobrecarregado com a tutela de milhares de moradias. Ainda, elementos como inflação e escassez de mão de obra exigem inovações tecnológicas, mais eficiência e qualidade

terça-feira, 3 de maio de 2011

Lei protege comprador da quebra de construtora

O objetivo da lei é ajudar o consumidor a evitar - ou ao menos ter ciência antecipadamente de - irregularidades administrativas ou financeiras que possam trazer prejuízos aos compradores de um imóvel na planta, incluindo o temido atraso na entrega.

E mais: no caso de falência da empresa, permite a contratação de outra construtora para terminar a obra sem a necessidade de um longo processo judicial. Isso acontece por meio da criação de um patrimônio próprio para cada empreendimento, o que garante que os recursos aportados para uma obra não sejam desviados para outra, tampouco se misturem ao capital da empresa.

“É uma forma de prevenir que eventuais problemas causem transtornos ainda maiores para os compradores”, diz o advogado José Vicente Amaral Filho, especializado no mercado imobiliário. Quem audita essa conta é justamente a comissão de futuros moradores eleita em assembleia convocada pela construtora. Os membros desse grupo passam a receber trimestralmente um balanço financeiro do projeto, além de informações sobre cronograma e fluxo de caixa. Caso encontrem alguma irregularidade, podem cobrar providências da construtora imediatamente.
Chaim não hesitou em fazer parte da comissão em conjunto com outros três de seus futuros vizinhos. “Acredito que é um grande benefício, porque dá respaldo à empresa e ao consumidor”, diz. Legislação. A adoção do patrimônio de afetação em um empreendimento, no entanto, é opcional.

Como benefício, as empresas optantes passam a participar do Regime Especial de Tributação (RET), no qual pagam um valor pré-fixado de 6% de impostos federais, em vez dos 6,73% de praxe. Apesar de a medida também favorecer a imagem de construtoras e incorporadoras, ainda são poucas as que aplicam a legislação.

Esse quadro está mudando aos poucos, principalmente Por causa do programa Minha Casa, Minha Vida, que exige a adoção da lei, e por solicitação de alguns bancos. Assim, criam estrutura para essa finalidade e se familiarizam cada vez mais com a lei.

As construtoras Tecnisa e Even são duas das que já trabalham dessa forma, mas segundo o diretor da imobiliária Itaplan, Fábio Rossi, a maioria dos lançamentos recentes na cidade conta com patrimônio de afetação. A Even passou a instituir essa lei em seus empreendimentos em 2007 e garante que desde o 2º semestre de 2010 adota a medida em todos os seus lançamentos, incluindo o prédio onde Chaim vai morar.

Para saber se um imóvel tem patrimônio de afetação antes de fechar negócio, é preciso consultar a matrícula do empreendimento, que pode ser obtida no cartório de imóveis.

Apesar das vantagens, os compradores de empreendimentos com patrimônio de afetação precisam tomar alguns cuidados. O primeiro deles é eleger para a comissão pessoas com capacidade técnica para avaliar os balanços e identificar irregularidades, como advogados, contadores e engenheiros.

Outro ponto é saber que a lei não evita possíveis dores de cabeça. Um exemplo é que no caso de falência da construtora, a comissão assume não só a obra, mas também as dívidas com fornecedores e os custos de unidades não vendidas.  “A comissão pode escolher entre vender todos os ativos e liquidar os passivos ou tocar a obra”, explica o advogado Oliver Lorena Vital e Júnior. E se faltar dinheiro para a obra, a diferença terá de ser rateada entre todos os compradores.

Caso Encol é marco negativo na história do setor imobiliário - Fundada em 1961, a Encol chegou a ser uma das maiores construtoras brasileiras, mas veio à falência em 1999, após a constatação de diversas irregularidades administrativas e financeiras. Na época, a construtora deixou mais de 700 edifícios inacabados, o que foi considerada a maior tragédia da história do setor imobiliário brasileiro.

Após a falência da empresa, os proprietários lesados se organizaram em comissões, que entraram na Justiça para requerer o direito à obra e, assim, firmar acordos com construtoras para concluir os empreendimentos.

A quebra da Encol estimulou a criação de mecanismos de defesa do consumidor mais rígidos e acelerou a criação da Lei de Patrimônio de Afetação.

Fonte: Revista Zap Imoveis

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Inflação do aluguel recua em abril e atinge 2,89% de alta para 2011

O aumento do IGP-M (índice geral de preços mercado), índice utilizado para o reajuste do valor dos aluguéis, teve um aumento menor em abril, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira pela FGV. A variação este mês foi de 0,45%. Em março, o índice registrado foi de 0,65%. No acumulado do ano, o índice registra alta de 2,89%.

Os demais índices que compõem o IGP-M também apresentaram aumento. O IPA (índice de preços ao produtor amplo) teve variação de 0,29%, desacelerando em relação ao mês de março (0,65%) graças a baixa no preço dos alimentos in natura.

O IPC (índice de preços ao consumidor) teve a maior alta entre os índices, com 0,78% em abril ante 0,62% em março e foi puxado, sobretudo, pelo setor de transportes com o aumento da gasolina (4,32%)  e do álcool (13,45%). No acumulado dos últimos 12%, o setor já teve alta de 8,35%.


Fonte : Economia Band

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Financiamento de imóvel com recurso da poupança cresce 72% em um ano

SÃO PAULO – Em fevereiro, foram emprestados R$ 5,14 bilhões de recursos da poupança para financiamentos imobiliários, uma alta de 72% frente ao mesmo período do ano passado e de 10,5% em relação a janeiro deste ano.
Desta forma, o saldo de financiamentos dos últimos 12 meses atingiu R$ 60,1 bilhões, uma alta de 66% em relação aos 12 meses finalizados em fevereiro de 2010, segundo os dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

Unidades financiadas
O número de unidades financiadas em fevereiro somou 35 mil. Em comparação com fevereiro de 2010, houve crescimento de 41%. Em relação a janeiro, quando 33 mil unidades foram financiadas, houve alta de 6%.

Em 12 meses, foram financiados 442 mil imóveis, resultado 40% superior ao dos 12 meses anteriores. Este resultado, segundo a Abecip, se deve aos bons resultados de 2010 e ao início positivo de 2011.

Captação líquida
Em fevereiro, a captação líquida da poupança (depósitos menos saques) foi negativa em R$ 362 milhões, sendo que já havia sido negativa em no mês anterior, em R$ 200 milhões.

“Historicamente, janeiro e fevereiro apresentam captação líquida negativa ou baixa, porque os poupadores estão sujeitos ao pagamento de IPTU, IPVA, matrículas escolares etc (...) Outro ponto que pode influenciar a captação da poupança, não apenas no início de cada ano, é a elevação das taxas de juros, abrindo espaço para a migração de ativos para outras modalidades de aplicação”, diz a Abecip.

O saldo das contas de poupança atingiu a marca de R$ 302 bilhões em fevereiro e superou em 17% o saldo do segundo mês do ano passado.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Destaque do Dia: Apto no Jaguaribe

APARTAMENTO JAGUARIBE - FINANCIA   Ref - 3078

 

 

Características
 
3 - Dormitórios, 1 - Suíte, 1 - Sala de Estar, 1 - Sala de Jantar, 1 - Banheiro Social, 1 - Cozinha, 1 - Área de Serviço, 1 - Vagas/Garagem, 1 - Sacada

Lazer do Imóvel


Quadra Poliesportiva, Playground, Salão de jogos, Salão de Festas, Brinquedoteca, Churrasqueira

Valores


R$ 230.000,00

Ficha Completa do imóvel

FGTS amplia limites de financiamento do Minha Casa, Minha Vida



O programa Minha Casa, Minha Vida recebeu reforço de até 30% na ampliação dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o financiamento de imóveis destinados às populações carentes de áreas urbanas. A informação é do Ministério das Cidades.

Segundo a pasta, os limites anteriores, de R$ 80 mil a R$ 130 mil, eram insuficientes para atingir os valores mínimos de imóveis nas principais capitais e suas respectivas regiões metropolitanas.

Os novos limites foram aprovados pelo Conselho Curador do FGTS. Agora, o limite anterior, de R$ 130 mil, para financiamentos nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, passa para R$ 170 mil.


Nas demais capitais, com mais de 1 milhão de habitantes, o limite aumenta dos atuais R$ 130 mil para R$ 150 mil; nos municípios com mais de 250 mil moradores o limite passa de R$ 100 mil para R$ 130 mil; e nos municípios com mais de 50 mil pessoas o limite sobe de R$ 80 mil para R$ 100 mil.

A segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida prevê a contratação de mais 2 milhões de moradias até 2014.

A renda máxima familiar para financiamentos com dinheiro do FGTS é de R$ 4,9 mil em regiões metropolitanas e municípios com mais de 250 mil habitantes. Para as demais regiões, o valor máximo da renda familiar é de R$ 3,9 mil.

FONTE: Portal Terra

terça-feira, 29 de março de 2011

Faltam opções de imóveis até R$ 170 mil



O mercado imobiliário ainda não tem muitas opções para quem quer um financiamento pelo programa Minha Casa, Minha Vida com o novo teto de imóvel, que passou de R$ 130 mil para R$ 170 mil na região metropolitana. A mudança começou a valer no início deste mês. O programa dá crédito com juros mais baixos do que os outros tipos de financiamento da casa própria.

Em pesquisa com dez construtoras e incorporadoras da capital, o Agora encontrou apenas 12 empreendimentos com preços acima de R$ 130 mil e abaixo do novo teto. A maior parte das opções, 23, custa até R$ 130 mil.

E quem comprar um desses imóveis ficará mais longe do centro da cidade. Independente do valor, os empreendimentos ficam localizados em bairros no extremo capital e em cidades da Grande São Paulo. O novo teto pode dar ao consumidor a opção de escolher apartamento maiores e mais bem localizados, mas isso ainda não ocorreu.




Fonte: Agora são paulo

segunda-feira, 28 de março de 2011

Confira algumas dicas de um especialista para a análise prévia à compra do imóvel

O mercado imobiliário oferece um grande leque de opções, tanto em relação aos imóveis antigos, quanto aos novos modelos de moradia. Ao abordar o tema, o consultor e conselheiro da Câmara de Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/MG), Kênio de Souza Pereira, destaca aspectos que devem ser ponderados, antes da decisão final.

Souza Pereira, que é também diretor da Caixa Imobiliária – Netimóveis, lembra que a sociedade, os conceitos, os materiais e a arquitetura evoluíram. “Na década de 60, eram poucas as famílias com mais de um veículo, e raros os apartamentos com áreas de lazer, quadras, piscina etc”.

“Nos dias atuais – continua, são comuns os apartamentos com quatro quartos, três ou mais vagas de garagem e área de lazer com vários equipamentos. Por isso, nada melhor que analisar bem todas as variáveis”, diz, e ressalta que uma boa prática é contar com o auxílio de uma assessoria especializada na área imobiliária”.

Para auxiliar as reflexões que sugere como indispensáveis, antecedendo a decisão de compra, o advogado elencou em tópicos as vantagens e desvantagens presentes nos imóveis novos e nos antigos, conforme a seguir.

Valor

Os imóveis antigos são vendidos por um valor mais baixo que um novo, e essa diferença facilita a aquisição. Há ainda a possibilidade do comprador, com o dinheiro que dispõe, adquirir um imóvel antigo com dimensões maiores do que as de um novo. Em contrapartida, adquirir de uma construtora um imóvel novo ou em construção torna mais fácil o parcelamento ou financiamento.

Tamanho

Imóveis antigos oferecem, entre suas vantagens, o fato de, geralmente, possuírem cômodos maiores, tendo em vista que antigamente os casais tinham mais filhos e, em virtude do costume da época - morar em casas, os prédios eram construídos com apartamentos mais amplos do que os atuais.
Por exemplo, um apartamento com três quartos, era construído, entre 1970 e 1980, com área interna variando de 115m2 a 130 m2, enquanto hoje a dimensão gira em torno de 75 m2 a 105 m2.

Acabamento

Entre as vantagens de adquirir um apartamento recém-construído está o fato de o acabamento (piso, pintura, cerâmicas), as instalações hidráulicas e a rede elétrica serem novos e, teoricamente, em perfeito estado e conforme dentro o conceito atualizado de uso espacial.

Já nos imóveis antigos, os acabamentos são. Geralmente, desatualizados. A maioria das salas possui o piso em tacos ou tábuas corridas. Atualmente é utilizado granito, mármore ou porcelanato. O mesmo problema ocorre com os acabamentos dos banheiros, área de serviço e da cozinha.

Personalização

É rara a possibilidade de o comprador escolher os revestimentos dos pisos e paredes do imóvel novo, a não ser que este esteja em construção, e mediante entendimentos com o construtor. Mas, sendo adquirido um imóvel antigo por preço mais baixo, em decorrência de necessitar de reforma, será uma boa oportunidade de atualizar o visual de forma, para adequá-lo ao gosto dos moradores.

Garantia

O imóvel novo conta com a garantia legal irredutível de cinco anos, contra defeitos estruturais e vícios de construção, imposta pelo Código Civil à Construtora. Já o imóvel antigo não tem garantia, pois o comprador o recebe no estado em que se encontra.
Garagem

Outra vantagem de adquirir imóveis em condomínios novos é que estes oferecem serviços e infraestrutura superior à dos antigos. Um exemplo é o maior número de vagas de garagem por apartamentos. Por conta do reduzido número de automóveis em circulação há três ou quatro décadas, muitos entre os condomínios nem mesmo possuíam vagas de garagem.

Ainda, em outros condomínios construídos àquelas épocas, o número de vagas de garagem não correspondia ao das unidades. Hoje, este fato motiva conflitos e até ações judiciais, que resultam em desgastes e até mesmo a mudança de local de moradia, por aqueles buscam tranquilidade.

Vizinhança

É importante saber quem serão seus vizinhos. No edifício novo, o comprador não tem como saber, e assim corre maior risco de ter surpresas.
Para quem adquire imóvel antigo é diferente. Neste caso, é perfeitamente possível verificar quem serão seus vizinhos, tendo, desta forma, maior condição de avaliar como será sua convivência social. Assim, fatores como vizinhança, estrutura física e disponibilidade financeira se intercalam no momento da importante e prazerosa decisão de adquirir um imóvel.

Lazer

Os novos condomínios oferecerem uma estrutura obviamente mais moderna. Antes, nos condomínios o chamado espaço de lazer era limitado à quadra de esportes e ao salão de festas, depois evoluiu para playground e piscina.
Atualmente, os condomínios mais sofisticados oferecem também: sauna, academia de ginástica (que às vezes é tão completa que oferece até personal training, espaço gourmet, home theater, piscina com raia e térmica, quadra de tênis, internet a cabo, circuito interno de tv e alguns outros serviços semelhantes aos oferecidos por um apart-hotel.

Negociação

Na compra de um imóvel novo há maior possibilidade de negociar o valor. A construtora tem flexibilidade com o pagamento, tem maior poder de negociação. Já o proprietário de um imóvel usado, principalmente porque na maioria das vezes vende seu imóvel para adquirir outro, não tem condições de flexibilizar o preço e nem a forma de pagamento a longo prazo.

Permuta

Quanto à possibilidade de o comprador oferecer seu imóvel de menor valor, como parte de pagamento de outro bem, é mais fácil viabilizar a permuta - ou parte do pagamento em bens com uma construtora que vende um imóvel novo, pois esta tem caixa para assumir um estoque de unidades.
Custos: IPTU e Taxa de Condomínio

Quando se trata de imóvel antigo, o comprador sabe com segurança quanto será seu custo com as taxas de condomínio e de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Já em um imóvel novo ou em construção, raramente o comprador saberá com certeza quais serão os valores destes desembolsos mensais.

Quando o prédio é antigo, há que considerar a possibilidade de custos inesperados, ocasionados por reformas de elevadores, troca de revestimento da fachada ou até mesmo com rescisões trabalhistas de funcionários.


FONTE: Infoimoveis

Como escolher entre um imóvel novo e um usado


O período de compra de um imóvel, sobretudo daquele que vai abrigar a família, não é fácil. As preocupações são diversas e, entre elas, está a que diz respeito sobre as vantagens e desvantagens da compra de uma casa ou apartamento novo ou usado.

De acordo com a Tibério Construções e Incorporações, quem tem dúvidas sobre a compra de um imóvel novo ou usado deve analisar o perfil da família antes de optar por um ou outro.

Além de observar quesitos como localização, preço de condomínio, entre outros, na hora de comprar um imóvel, as pessoas devem verificar se a propriedade em vista atende aos desejos e necessidades da família ou se será preciso reformar.

Caso o imóvel esteja pronto, independentemente de ser novo ou usado, o comprador deve considerar os custos da reforma, sendo indicado solicitar a avaliação de um arquiteto, para saber se a obra é viável e ter uma estimativa dos custos das alterações.

Nos imóveis ainda em construção, é possível personalizar alguns ambientes, conforme as possibilidades oferecidas pela construtora.

Quem está de olho em um imóvel também deve estar atento aos custos de manutenção. Assim, se a opção for por um imóvel usado, é preciso checá-lo e se certificar de que não há nenhum problema grave.

No que diz respeito ao tamanho, geralmente os antigos são maiores. Por outro lado, ressalta a construtora, os imóveis novos, mesmo mais compactos, são planejados para atender às necessidades de espaço das famílias modernas.
 
 (Fonte: InfoMoney)

sexta-feira, 25 de março de 2011

Cartório deve dar certidão de imóvel em até 2 horas

Os cartórios de registros de imóveis terão de emitir as certidões eletrônicas no prazo máximo de duas horas, contadas da solicitação. A determinação é da Corregedoria-Geral de Justiça de São Paulo, que aprovou no dia 2 de março o Provimento CG 4/2011. Dessa forma, o prazo de entrega de certidões de registro de imóveis passa a ser de cinco dias para apenas duas horas. A norma também estende para todos os municípios paulistas a certidão imobiliária digital e a consulta eletrônica de matrícula, antes restrita somente à capital.

A norma foi aprovada por meio do Processo 2007/10936, da 1ª Vara de Registros Públicos da capital, e deverá beneficiar consumidores, entidades de crédito, construção civil, a OAB, corretores e operadores de negócios imobiliários.

O sistema de emissão de certidão digital, visualização de matrícula e pesquisa online já existe há três anos na cidade de São Paulo. O sérvio funciona por meio da Central de Serviços Eletrônicos Compartilhados da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp), entidade que desenvolveu a tecnologia e executou o projeto aprovado pela Corregedoria-Geral.

O presidente da Arisp, Flauzilino Araújo dos Santos, afirmou que o sistema e a redução do tempo para emissão dos documentos representa um marco na interconexão e coordenação dos registros e notas. Ao interagir, obrigatoriamente, em ambiente digital integrado e protegido, o sistema agiliza a vida do usuário, pois evita seu deslocamento até o cartório, e reduz consideravelmente os custos.

“O fato de reduzir de cinco dias para duas horas a emissão da certidão de registro de imóveis pela internet em todo estado é um exemplo a ser adotado em todo o Brasil, tanto em termos de celeridade e segurança nos negócios, como também em sustentabilidade, pois elimina completamente o papel poupando milhares de árvores”, explica Santos.

Adaptação e custos

De acordo com o provimento, os cartórios terão três meses para se integrar à Base de Dados Light ou criar uma solução de comunicação via web service. Todas as unidades do estado terão de se integrar à internet para operar o sistema de emissão de certidão digital no prazo estipulado.

A visualização de matrícula tem custo 30% inferior ao da certidão. Cada visualização custa R$ 10, acrescido da taxa de administração de R$ 1,80 e serve de pesquisa de dados da matrícula de um imóvel, quando não há necessidade da certidão expedida pelo Oficial do Registro de Imóveis.

Já a Certidão Digital custa R$ 33,34, acrescida de uma taxa de administração no valor de R$ 6, tem validade legal e a entrega é feita por meio de download no próprio site da Arisp. O documento digital tem a mesma validade jurídica de uma certidão tradicional em papel e faz prova em juízo ou fora dele, podendo ser utilizada para lavratura de escrituras públicas, de contratos de financiamento imobiliário, documentos públicos e particulares em geral.

A consulta eletrônica custa R$ 3,32, acrescido de R$ 0,60 correspondente a 10% da taxa de administração cobrada para os pedidos de certidões convencionais. A consulta consiste na localização de bens imóveis e outros direitos reais registrados nos cartórios de registros de imóveis integrantes do sistema. Para utilizar o sistema, o usuário deverá acessar o portal da Arisp: www.arisp.com.br. Com informações da Assessoria de Imprensa da Arisp.


Fonte: http://www.conjur.com.br/

Construtoras adaptam imóveis de acordo com necessidade de clientes

Os apartamentos estão menores, e para torná-los mais confortáveis são feitas modificações na planta



Nas maiores cidades brasileiras, as construtoras estão adaptando os imóveis novos às necessidades e à capacidade de pagamento dos clientes. Quem mostra é o repórter César Menezes.

Os apartamentos estão encolhendo. Sala, cozinha, dois ou, às vezes, três quartos estão em espaços cada vez menores. É que a prestação, uma parte importante da compra, tem que caber no bolso do comprador. “São casais jovens, na faixa de 25 a 35 anos, sem filhos ou com filhos pequenos. Os dois trabalham para compor renda”, declara o gerente de marketing da construtora João Härter.

Assim eles estão conquistando o primeiro imóvel. “São pessoas que podem comprar hoje e não podiam comprar há 10 anos. Mas o que eles podem comprar são apartamentos menores, que não eram vendidos”, explica o presidente Secovi-SP, João Crestana.

Em 2004, 55% dos imóveis lançados na cidade de São Paulo tinham mais de 65 metros quadrados. Ao todo, 44% eram menores. Hoje, a situação se inverteu. Mais da metade dos empreendimentos novos tem até 65 metros quadrados.

Para ninguém se sentir espremido dentro de um apartamento desse tamanho, as plantas ganharam algumas inovações. Entre a sala e a cozinha, por exemplo, não existe mais porta nem parede. É tudo uma coisa só e parece maior. O corredor foi praticamente abolido. Por menor que seja o imóvel, tem que ter uma varanda. Ganham-se mais dois ou três metros quadrados, além da sensação de espaço.

É espaçoso o bastante para acomodar, com mais conforto, a família de Fábio e Odete. Eles moram em uma casa um quarto, que tem 60 metros quadrados. Compraram um apartamento do mesmo tamanho, mas com três quartos. Vitoria já sabe como vai ser a decoração do primeiro quarto só dela.

Foi preciso juntar dinheiro e fazer ajustes no orçamento para pagar a entrada e a prestação de R$ 600, mas esse aperto todo vai valer a pena. “Ela vai crescer no que é da gente. Fora o resto, segurança e tudo”, comenta o funcionário público Fábio Cunha.



Fonte: Gazetaweb

quinta-feira, 24 de março de 2011

Destaque do Dia: Apto no Parque Continental

Lindo Apartamento - Financia     REF- 3024
Prox: Shopping Continental, Carrefour, Faculdade Uniban, Unifieo, Extra Vila Lobos.


Características

2 - Dormitórios, 1 - Sala de Estar, 1 - Cozinha, 1 - Área de Serviço, 1 - Vagas/Garagem, 1 - Sacada

Lazer do Imóvel


Piscina Adulto, Piscina Infantil, Playground, Salão de Jogos, Briquedoteca, Sauna, Salão de Festas, Churrasqueira, Forno de Pizza, Pista de Skate, Bicicletario, Academia

Valores


R$ 254.000,00 - Financia


FICHA DO IMÓVEL NO SITE

Procura por imóveis aumentam valor de aluguel


Alta de índice e procura por imóveis aumentam valor de aluguel no Brasil

No acumulado dos últimos 12 meses, o aumento do IGP-M assusta: mais de 11%. Índice é usado para reajustar a maioria dos contratos

Quem mora de aluguel no Brasil está enfrentando uma situação difícil. Primeiro porque a oferta de imóveis é bem menor do que a procura, e os proprietários se sentem seguros para cobrar mais. Além disso, o índice mais usado nos reajustes dos contratos está em alta.

As placas indicam o que muita gente já percebeu: vende-se mais do que se aluga. “Faltam imóveis para alugar, principalmente para imóveis de um e dois dormitórios”, aponta a diretora comercial Roseli Hernandes.
Dois dormitórios no tradicional bairro paulistano da Mooca é o que Lia quer, mas, nesse caso, querer não é poder. “Está acima do valor que eu posso pagar. Está muito caro”, afirma.
Os aluguéis estão caros porque a procura é grande e, além disso, o índice que reajusta os contratos, o IGP-M, continua pressionado por uma série de aumentos.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) é o índice de inflação geral mesmo, porque ele é composto por quase mil itens: do valor da tarifa de ônibus aos preços dos alimentos. Por isso, o que é vendido em um mercadinho de bairro, por exemplo, tem tudo a ver com os contratos de alugueis.
No acumulado dos últimos 12 meses, o aumento do IGP-M assusta: mais de 11%. E esse índice vai ser usado para reajustar a maioria dos contratos que está vencendo. “Quando termina um contrato e o cara pode, então, renegociar o preço, ele pode cobrar um preço de mercado. Muitas vezes, essa subida é muito maior do que o IGP”, destaca Salomão Quadros, coordenador do IGP-M/FGV.

Para os novos contratos, o aumento é muito mais mesmo: quase 15% de reajuste, segundo pesquisas do setor. Consegue menos quem tem boa fama. “Na renovação de aluguel, sempre o bom inquilino, o bom locatário, é aquele que tem boas conquistas, aquele que cuida do imóvel, aquele que mantém o aluguel em dia, e tudo mais”, comenta a diretora comercial Roseli Hernandes.
Então, vale a dica: para os bons inquilinos é hora lembrar suas qualidades.


Fonte G1 globo

quarta-feira, 23 de março de 2011

Confiar Imóveis

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Estamos pautados pela ética, honestidade  numa relação de extrema confiança na realização do seu sonho.


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Acompanhamos todas as fases do processo de compra e venda até a concretização final do negócio via contrato e/ou escritura definitiva. Finalização essa que só se dá para a Confiar Imóveis Ltda depois que o nosso departamento de pós-venda acompanha eventuais colocações jurídicas e/ou comerciais formatadas no contrato de compra e venda, visando sempre a satisfação total de nossos clientes.