quarta-feira, 30 de março de 2011

Destaque do Dia: Apto no Jaguaribe

APARTAMENTO JAGUARIBE - FINANCIA   Ref - 3078

 

 

Características
 
3 - Dormitórios, 1 - Suíte, 1 - Sala de Estar, 1 - Sala de Jantar, 1 - Banheiro Social, 1 - Cozinha, 1 - Área de Serviço, 1 - Vagas/Garagem, 1 - Sacada

Lazer do Imóvel


Quadra Poliesportiva, Playground, Salão de jogos, Salão de Festas, Brinquedoteca, Churrasqueira

Valores


R$ 230.000,00

Ficha Completa do imóvel

FGTS amplia limites de financiamento do Minha Casa, Minha Vida



O programa Minha Casa, Minha Vida recebeu reforço de até 30% na ampliação dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o financiamento de imóveis destinados às populações carentes de áreas urbanas. A informação é do Ministério das Cidades.

Segundo a pasta, os limites anteriores, de R$ 80 mil a R$ 130 mil, eram insuficientes para atingir os valores mínimos de imóveis nas principais capitais e suas respectivas regiões metropolitanas.

Os novos limites foram aprovados pelo Conselho Curador do FGTS. Agora, o limite anterior, de R$ 130 mil, para financiamentos nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, passa para R$ 170 mil.


Nas demais capitais, com mais de 1 milhão de habitantes, o limite aumenta dos atuais R$ 130 mil para R$ 150 mil; nos municípios com mais de 250 mil moradores o limite passa de R$ 100 mil para R$ 130 mil; e nos municípios com mais de 50 mil pessoas o limite sobe de R$ 80 mil para R$ 100 mil.

A segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida prevê a contratação de mais 2 milhões de moradias até 2014.

A renda máxima familiar para financiamentos com dinheiro do FGTS é de R$ 4,9 mil em regiões metropolitanas e municípios com mais de 250 mil habitantes. Para as demais regiões, o valor máximo da renda familiar é de R$ 3,9 mil.

FONTE: Portal Terra

terça-feira, 29 de março de 2011

Faltam opções de imóveis até R$ 170 mil



O mercado imobiliário ainda não tem muitas opções para quem quer um financiamento pelo programa Minha Casa, Minha Vida com o novo teto de imóvel, que passou de R$ 130 mil para R$ 170 mil na região metropolitana. A mudança começou a valer no início deste mês. O programa dá crédito com juros mais baixos do que os outros tipos de financiamento da casa própria.

Em pesquisa com dez construtoras e incorporadoras da capital, o Agora encontrou apenas 12 empreendimentos com preços acima de R$ 130 mil e abaixo do novo teto. A maior parte das opções, 23, custa até R$ 130 mil.

E quem comprar um desses imóveis ficará mais longe do centro da cidade. Independente do valor, os empreendimentos ficam localizados em bairros no extremo capital e em cidades da Grande São Paulo. O novo teto pode dar ao consumidor a opção de escolher apartamento maiores e mais bem localizados, mas isso ainda não ocorreu.




Fonte: Agora são paulo

segunda-feira, 28 de março de 2011

Confira algumas dicas de um especialista para a análise prévia à compra do imóvel

O mercado imobiliário oferece um grande leque de opções, tanto em relação aos imóveis antigos, quanto aos novos modelos de moradia. Ao abordar o tema, o consultor e conselheiro da Câmara de Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/MG), Kênio de Souza Pereira, destaca aspectos que devem ser ponderados, antes da decisão final.

Souza Pereira, que é também diretor da Caixa Imobiliária – Netimóveis, lembra que a sociedade, os conceitos, os materiais e a arquitetura evoluíram. “Na década de 60, eram poucas as famílias com mais de um veículo, e raros os apartamentos com áreas de lazer, quadras, piscina etc”.

“Nos dias atuais – continua, são comuns os apartamentos com quatro quartos, três ou mais vagas de garagem e área de lazer com vários equipamentos. Por isso, nada melhor que analisar bem todas as variáveis”, diz, e ressalta que uma boa prática é contar com o auxílio de uma assessoria especializada na área imobiliária”.

Para auxiliar as reflexões que sugere como indispensáveis, antecedendo a decisão de compra, o advogado elencou em tópicos as vantagens e desvantagens presentes nos imóveis novos e nos antigos, conforme a seguir.

Valor

Os imóveis antigos são vendidos por um valor mais baixo que um novo, e essa diferença facilita a aquisição. Há ainda a possibilidade do comprador, com o dinheiro que dispõe, adquirir um imóvel antigo com dimensões maiores do que as de um novo. Em contrapartida, adquirir de uma construtora um imóvel novo ou em construção torna mais fácil o parcelamento ou financiamento.

Tamanho

Imóveis antigos oferecem, entre suas vantagens, o fato de, geralmente, possuírem cômodos maiores, tendo em vista que antigamente os casais tinham mais filhos e, em virtude do costume da época - morar em casas, os prédios eram construídos com apartamentos mais amplos do que os atuais.
Por exemplo, um apartamento com três quartos, era construído, entre 1970 e 1980, com área interna variando de 115m2 a 130 m2, enquanto hoje a dimensão gira em torno de 75 m2 a 105 m2.

Acabamento

Entre as vantagens de adquirir um apartamento recém-construído está o fato de o acabamento (piso, pintura, cerâmicas), as instalações hidráulicas e a rede elétrica serem novos e, teoricamente, em perfeito estado e conforme dentro o conceito atualizado de uso espacial.

Já nos imóveis antigos, os acabamentos são. Geralmente, desatualizados. A maioria das salas possui o piso em tacos ou tábuas corridas. Atualmente é utilizado granito, mármore ou porcelanato. O mesmo problema ocorre com os acabamentos dos banheiros, área de serviço e da cozinha.

Personalização

É rara a possibilidade de o comprador escolher os revestimentos dos pisos e paredes do imóvel novo, a não ser que este esteja em construção, e mediante entendimentos com o construtor. Mas, sendo adquirido um imóvel antigo por preço mais baixo, em decorrência de necessitar de reforma, será uma boa oportunidade de atualizar o visual de forma, para adequá-lo ao gosto dos moradores.

Garantia

O imóvel novo conta com a garantia legal irredutível de cinco anos, contra defeitos estruturais e vícios de construção, imposta pelo Código Civil à Construtora. Já o imóvel antigo não tem garantia, pois o comprador o recebe no estado em que se encontra.
Garagem

Outra vantagem de adquirir imóveis em condomínios novos é que estes oferecem serviços e infraestrutura superior à dos antigos. Um exemplo é o maior número de vagas de garagem por apartamentos. Por conta do reduzido número de automóveis em circulação há três ou quatro décadas, muitos entre os condomínios nem mesmo possuíam vagas de garagem.

Ainda, em outros condomínios construídos àquelas épocas, o número de vagas de garagem não correspondia ao das unidades. Hoje, este fato motiva conflitos e até ações judiciais, que resultam em desgastes e até mesmo a mudança de local de moradia, por aqueles buscam tranquilidade.

Vizinhança

É importante saber quem serão seus vizinhos. No edifício novo, o comprador não tem como saber, e assim corre maior risco de ter surpresas.
Para quem adquire imóvel antigo é diferente. Neste caso, é perfeitamente possível verificar quem serão seus vizinhos, tendo, desta forma, maior condição de avaliar como será sua convivência social. Assim, fatores como vizinhança, estrutura física e disponibilidade financeira se intercalam no momento da importante e prazerosa decisão de adquirir um imóvel.

Lazer

Os novos condomínios oferecerem uma estrutura obviamente mais moderna. Antes, nos condomínios o chamado espaço de lazer era limitado à quadra de esportes e ao salão de festas, depois evoluiu para playground e piscina.
Atualmente, os condomínios mais sofisticados oferecem também: sauna, academia de ginástica (que às vezes é tão completa que oferece até personal training, espaço gourmet, home theater, piscina com raia e térmica, quadra de tênis, internet a cabo, circuito interno de tv e alguns outros serviços semelhantes aos oferecidos por um apart-hotel.

Negociação

Na compra de um imóvel novo há maior possibilidade de negociar o valor. A construtora tem flexibilidade com o pagamento, tem maior poder de negociação. Já o proprietário de um imóvel usado, principalmente porque na maioria das vezes vende seu imóvel para adquirir outro, não tem condições de flexibilizar o preço e nem a forma de pagamento a longo prazo.

Permuta

Quanto à possibilidade de o comprador oferecer seu imóvel de menor valor, como parte de pagamento de outro bem, é mais fácil viabilizar a permuta - ou parte do pagamento em bens com uma construtora que vende um imóvel novo, pois esta tem caixa para assumir um estoque de unidades.
Custos: IPTU e Taxa de Condomínio

Quando se trata de imóvel antigo, o comprador sabe com segurança quanto será seu custo com as taxas de condomínio e de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Já em um imóvel novo ou em construção, raramente o comprador saberá com certeza quais serão os valores destes desembolsos mensais.

Quando o prédio é antigo, há que considerar a possibilidade de custos inesperados, ocasionados por reformas de elevadores, troca de revestimento da fachada ou até mesmo com rescisões trabalhistas de funcionários.


FONTE: Infoimoveis

Como escolher entre um imóvel novo e um usado


O período de compra de um imóvel, sobretudo daquele que vai abrigar a família, não é fácil. As preocupações são diversas e, entre elas, está a que diz respeito sobre as vantagens e desvantagens da compra de uma casa ou apartamento novo ou usado.

De acordo com a Tibério Construções e Incorporações, quem tem dúvidas sobre a compra de um imóvel novo ou usado deve analisar o perfil da família antes de optar por um ou outro.

Além de observar quesitos como localização, preço de condomínio, entre outros, na hora de comprar um imóvel, as pessoas devem verificar se a propriedade em vista atende aos desejos e necessidades da família ou se será preciso reformar.

Caso o imóvel esteja pronto, independentemente de ser novo ou usado, o comprador deve considerar os custos da reforma, sendo indicado solicitar a avaliação de um arquiteto, para saber se a obra é viável e ter uma estimativa dos custos das alterações.

Nos imóveis ainda em construção, é possível personalizar alguns ambientes, conforme as possibilidades oferecidas pela construtora.

Quem está de olho em um imóvel também deve estar atento aos custos de manutenção. Assim, se a opção for por um imóvel usado, é preciso checá-lo e se certificar de que não há nenhum problema grave.

No que diz respeito ao tamanho, geralmente os antigos são maiores. Por outro lado, ressalta a construtora, os imóveis novos, mesmo mais compactos, são planejados para atender às necessidades de espaço das famílias modernas.
 
 (Fonte: InfoMoney)

sexta-feira, 25 de março de 2011

Cartório deve dar certidão de imóvel em até 2 horas

Os cartórios de registros de imóveis terão de emitir as certidões eletrônicas no prazo máximo de duas horas, contadas da solicitação. A determinação é da Corregedoria-Geral de Justiça de São Paulo, que aprovou no dia 2 de março o Provimento CG 4/2011. Dessa forma, o prazo de entrega de certidões de registro de imóveis passa a ser de cinco dias para apenas duas horas. A norma também estende para todos os municípios paulistas a certidão imobiliária digital e a consulta eletrônica de matrícula, antes restrita somente à capital.

A norma foi aprovada por meio do Processo 2007/10936, da 1ª Vara de Registros Públicos da capital, e deverá beneficiar consumidores, entidades de crédito, construção civil, a OAB, corretores e operadores de negócios imobiliários.

O sistema de emissão de certidão digital, visualização de matrícula e pesquisa online já existe há três anos na cidade de São Paulo. O sérvio funciona por meio da Central de Serviços Eletrônicos Compartilhados da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp), entidade que desenvolveu a tecnologia e executou o projeto aprovado pela Corregedoria-Geral.

O presidente da Arisp, Flauzilino Araújo dos Santos, afirmou que o sistema e a redução do tempo para emissão dos documentos representa um marco na interconexão e coordenação dos registros e notas. Ao interagir, obrigatoriamente, em ambiente digital integrado e protegido, o sistema agiliza a vida do usuário, pois evita seu deslocamento até o cartório, e reduz consideravelmente os custos.

“O fato de reduzir de cinco dias para duas horas a emissão da certidão de registro de imóveis pela internet em todo estado é um exemplo a ser adotado em todo o Brasil, tanto em termos de celeridade e segurança nos negócios, como também em sustentabilidade, pois elimina completamente o papel poupando milhares de árvores”, explica Santos.

Adaptação e custos

De acordo com o provimento, os cartórios terão três meses para se integrar à Base de Dados Light ou criar uma solução de comunicação via web service. Todas as unidades do estado terão de se integrar à internet para operar o sistema de emissão de certidão digital no prazo estipulado.

A visualização de matrícula tem custo 30% inferior ao da certidão. Cada visualização custa R$ 10, acrescido da taxa de administração de R$ 1,80 e serve de pesquisa de dados da matrícula de um imóvel, quando não há necessidade da certidão expedida pelo Oficial do Registro de Imóveis.

Já a Certidão Digital custa R$ 33,34, acrescida de uma taxa de administração no valor de R$ 6, tem validade legal e a entrega é feita por meio de download no próprio site da Arisp. O documento digital tem a mesma validade jurídica de uma certidão tradicional em papel e faz prova em juízo ou fora dele, podendo ser utilizada para lavratura de escrituras públicas, de contratos de financiamento imobiliário, documentos públicos e particulares em geral.

A consulta eletrônica custa R$ 3,32, acrescido de R$ 0,60 correspondente a 10% da taxa de administração cobrada para os pedidos de certidões convencionais. A consulta consiste na localização de bens imóveis e outros direitos reais registrados nos cartórios de registros de imóveis integrantes do sistema. Para utilizar o sistema, o usuário deverá acessar o portal da Arisp: www.arisp.com.br. Com informações da Assessoria de Imprensa da Arisp.


Fonte: http://www.conjur.com.br/

Construtoras adaptam imóveis de acordo com necessidade de clientes

Os apartamentos estão menores, e para torná-los mais confortáveis são feitas modificações na planta



Nas maiores cidades brasileiras, as construtoras estão adaptando os imóveis novos às necessidades e à capacidade de pagamento dos clientes. Quem mostra é o repórter César Menezes.

Os apartamentos estão encolhendo. Sala, cozinha, dois ou, às vezes, três quartos estão em espaços cada vez menores. É que a prestação, uma parte importante da compra, tem que caber no bolso do comprador. “São casais jovens, na faixa de 25 a 35 anos, sem filhos ou com filhos pequenos. Os dois trabalham para compor renda”, declara o gerente de marketing da construtora João Härter.

Assim eles estão conquistando o primeiro imóvel. “São pessoas que podem comprar hoje e não podiam comprar há 10 anos. Mas o que eles podem comprar são apartamentos menores, que não eram vendidos”, explica o presidente Secovi-SP, João Crestana.

Em 2004, 55% dos imóveis lançados na cidade de São Paulo tinham mais de 65 metros quadrados. Ao todo, 44% eram menores. Hoje, a situação se inverteu. Mais da metade dos empreendimentos novos tem até 65 metros quadrados.

Para ninguém se sentir espremido dentro de um apartamento desse tamanho, as plantas ganharam algumas inovações. Entre a sala e a cozinha, por exemplo, não existe mais porta nem parede. É tudo uma coisa só e parece maior. O corredor foi praticamente abolido. Por menor que seja o imóvel, tem que ter uma varanda. Ganham-se mais dois ou três metros quadrados, além da sensação de espaço.

É espaçoso o bastante para acomodar, com mais conforto, a família de Fábio e Odete. Eles moram em uma casa um quarto, que tem 60 metros quadrados. Compraram um apartamento do mesmo tamanho, mas com três quartos. Vitoria já sabe como vai ser a decoração do primeiro quarto só dela.

Foi preciso juntar dinheiro e fazer ajustes no orçamento para pagar a entrada e a prestação de R$ 600, mas esse aperto todo vai valer a pena. “Ela vai crescer no que é da gente. Fora o resto, segurança e tudo”, comenta o funcionário público Fábio Cunha.



Fonte: Gazetaweb

quinta-feira, 24 de março de 2011

Destaque do Dia: Apto no Parque Continental

Lindo Apartamento - Financia     REF- 3024
Prox: Shopping Continental, Carrefour, Faculdade Uniban, Unifieo, Extra Vila Lobos.


Características

2 - Dormitórios, 1 - Sala de Estar, 1 - Cozinha, 1 - Área de Serviço, 1 - Vagas/Garagem, 1 - Sacada

Lazer do Imóvel


Piscina Adulto, Piscina Infantil, Playground, Salão de Jogos, Briquedoteca, Sauna, Salão de Festas, Churrasqueira, Forno de Pizza, Pista de Skate, Bicicletario, Academia

Valores


R$ 254.000,00 - Financia


FICHA DO IMÓVEL NO SITE

Procura por imóveis aumentam valor de aluguel


Alta de índice e procura por imóveis aumentam valor de aluguel no Brasil

No acumulado dos últimos 12 meses, o aumento do IGP-M assusta: mais de 11%. Índice é usado para reajustar a maioria dos contratos

Quem mora de aluguel no Brasil está enfrentando uma situação difícil. Primeiro porque a oferta de imóveis é bem menor do que a procura, e os proprietários se sentem seguros para cobrar mais. Além disso, o índice mais usado nos reajustes dos contratos está em alta.

As placas indicam o que muita gente já percebeu: vende-se mais do que se aluga. “Faltam imóveis para alugar, principalmente para imóveis de um e dois dormitórios”, aponta a diretora comercial Roseli Hernandes.
Dois dormitórios no tradicional bairro paulistano da Mooca é o que Lia quer, mas, nesse caso, querer não é poder. “Está acima do valor que eu posso pagar. Está muito caro”, afirma.
Os aluguéis estão caros porque a procura é grande e, além disso, o índice que reajusta os contratos, o IGP-M, continua pressionado por uma série de aumentos.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) é o índice de inflação geral mesmo, porque ele é composto por quase mil itens: do valor da tarifa de ônibus aos preços dos alimentos. Por isso, o que é vendido em um mercadinho de bairro, por exemplo, tem tudo a ver com os contratos de alugueis.
No acumulado dos últimos 12 meses, o aumento do IGP-M assusta: mais de 11%. E esse índice vai ser usado para reajustar a maioria dos contratos que está vencendo. “Quando termina um contrato e o cara pode, então, renegociar o preço, ele pode cobrar um preço de mercado. Muitas vezes, essa subida é muito maior do que o IGP”, destaca Salomão Quadros, coordenador do IGP-M/FGV.

Para os novos contratos, o aumento é muito mais mesmo: quase 15% de reajuste, segundo pesquisas do setor. Consegue menos quem tem boa fama. “Na renovação de aluguel, sempre o bom inquilino, o bom locatário, é aquele que tem boas conquistas, aquele que cuida do imóvel, aquele que mantém o aluguel em dia, e tudo mais”, comenta a diretora comercial Roseli Hernandes.
Então, vale a dica: para os bons inquilinos é hora lembrar suas qualidades.


Fonte G1 globo

quarta-feira, 23 de março de 2011

Confiar Imóveis

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Acompanhamos todas as fases do processo de compra e venda até a concretização final do negócio via contrato e/ou escritura definitiva. Finalização essa que só se dá para a Confiar Imóveis Ltda depois que o nosso departamento de pós-venda acompanha eventuais colocações jurídicas e/ou comerciais formatadas no contrato de compra e venda, visando sempre a satisfação total de nossos clientes.